terça-feira, 12 de agosto de 2008

UM RAMBO EM SÃO CAETANO.


eu lhes apresento caros internautas uma história que não cheira nada bem. nada bem mesmo. e bota fedor nisso!

o título define bem o conteúdo dessa aventura épica vivenciada por mim, eu literalmente destruí o banheiro público do bosque são caetano, localizado em são caetano do sul, divisa da bolívia com os emirados árabes. deixei sequelas, chagas, feridas e odores naquele inocente banheiro de cor ocre. nossa história começa em uma bela manhã de um dia qualquer da semana, a minha classe havia sido dispensada mais cedo naquele dia e como era de praxe, resolvemos descer até o bosque para jogarmos aquele futebol cadeia maroto e pouco habilidoso de sempre.

chegando ao recinto comecei a correr e me movimentar bastante, à essa altura o sol estava ficando mais forte e eu comecei a sentir um leve desconforto estomacal. não dei bola para o dito cujo e continuei a bater a minha bola (ui!que dor!) sem maiores percalços, mas eis que de repente após mais ou menos meia hora de jogo comecei a pensar comigo mesmo:


"se eu continuar correndo desse jeito vou me cagar todo!"

dei uma boa disfarçada na enorme vontade de soltar um barroso ali mesmo e pedi pra alguém entrar em meu lugar, olhei rapidamente para um colega meu e disse que ia ao banheiro e já voltava, na mesma hora o safado sem-vergonha entendeu o que se passava e continuou a jogar normalmente.

subi os degraus que levavam às suntuosas instalações públicas do local com certa
dificuldade e um certo receio, eu temia pela minha vida, qualquer passo em falso que eu desse poderia literalmente pôr tudo abaixo! adentrei o local e observei bem para me certificar de que eu estava realmente sozinho, olhei mais um pouco e entrei na única cabine que tinha um rolo de papel higiênico, um rolo pela metade ainda por cima. para minha sorte.

abaixei minhas calças com uma velocidade impressionante, pois naquela hora a vontade de evacuar se mostrava incontrolável, uma força além de minha compreensão, tão logo soltei o primeiro peido já veio junto a sensação de alívio e aquela rajada de caldinho de feijão, nesse mesmo momento eu olhei para a privada e percebi que o eixo de direção do meu cú não estava devidamente alinhado com o trono de mármore. em outras palavras: eu havia cagado no chão.

na mesma hora tranquei meu cú por alguns segundos enquanto eu dava alguns passos para trás, tudo isso enquanto eu segurava a porta da cabine com o braço esquerdo, já que a maldita insistia em ficar aberta. tentando não sentar de jeito nenhum naquela privada pouco confiável de um banheiro público, privada essa sem tampa obviamente.

na medida em que eu ia cagando comecei a dar descarga para não deixar nenhum rastro e nenhum cheiro, esta técnica milenar funciona mesmo e não falha.

esta técnica é confiável quando a descarga colabora, mas adivinhem o que aconteceu? a descarga emperrou! desacreditei na situação e comecei a rir da minha inoportuna falta de sorte, imaginem a cena de uma pessoa rindo histericamente e peidando alto pra dedéu, não é uma imagem muito bonita certo?ainda bem que o banheiro era meio isolado das outras partes do bosque e essa sinfonia mérdica não pôde ser ouvida por ninguém.

apenas torci para ninguém entrar no banheiro naquela hora, porque certamente não iria ter uma experiência das mais agradáveis. terminado o serviço: me limpei, lavei as mãos e saí de lá como se nada tivesse acontecido na maior cara-de-pau do mundo.voltei para a quadra e meu colega chega em mim dizendo em tom irônico:

"tá mais leve?"

a única coisa que eu disse quase rindo foi:"não vá no banheiro, não vá no banheiro"

no dia seguinte voltamos ao bosque para jogar bola novamente e qual não foi a minha surpresa ao ver um aviso colado na porta do banheiro masculino, a mensagem estava escrita em letras garrafais e dizia: favor manter os banheiros limpos.

fim.

Um comentário:

Mateus Oliveira disse...

POIAEHOIAEEPHEOIEHPOSIHPSIOEHIPOSISHOPIEHIOSHIOSHSOIHSIOEHOIHIEHIEHIE' MEODEOS. cara, você é muito monstro xD